A relação tempestuosa entre Rimbaud e Verlaine terminou em 1873, em Bruxelas, quando, num reencontro e em mais uma discussão, Verlaine disparou sobre Rimbaud, ferindo-o. Depois de Verlaine cumprir prisão, houve ainda um derradeiro encontro em Estugarda, em 1875, durante o qual Rimbaud lhe confiou o manuscrito deste livro, Illuminations.
Será que Rimbaud queria mesmo publicar este livro e deixá-lo para a posteridade como a sua última e mais brilhante obra? Sabemos apenas que há, nestas Iluminações, nestas visões a cores que antecedem o silêncio de Rimbaud, alguma coisa a morrer nele: talvez, a adolescência e o desejo, a fúria e a rebeldia. Ao mundo que o atrai e horroriza, Rimbaud opõe aqui uma santíssima trindade: «a elegância, a ciência, a violência». Neste livro último, agora publicado em versão bilingue, com nova e bela tradução para português da autoria do poeta João Moita, Rimbaud derrama a música culta dos seus versos.
1ª EDIÇÃO
TRADUÇÃO JOÃO MOITA
APRESENTAÇÃO MANUEL S. FONSECA
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