Porque o saber deve ser construído, deve ser interiorizado e não um pobre conjunto de ecos, Manuel Sérgio considera sem tergiversações que «o primeiro grande objectivo desta disciplina (Epistemologia da Motricidade Humana) é habituar o aluno a pensar – mas com um pensamento radical, rigoroso e sistémico». Mas... pensar, o quê? Pensar o nosso corpo, a razão de ser deste movimento, a utilidade deste movimento, etc., etc. Porque «O Homem é a complexidade, no meu pensar em movimento incessante à transcendência». Cá está, o filósofo novamente entrelaça as questões que mais o preocupam. Ele recusa-se a olhar o Homem como um ser unicamente habilitado para alguns pensamentos, alguns gestos e alguns sonhos, todos eles desligados e desconexos. O Homem todo que é sempre o fulcro das atenções de Manuel Sérgio é o que, em todos os momentos, deve ser olhado como um hino à vida em que «motricidade humana, transcendência e liberdade são inseparáveis».
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