Dois dos navios mais modernos da época.
129 homens escolhidos a dedo.
Um Comandante que tinha sobrevivido a três anteriores viagens ao Árctico.
Desaparecidos sem deixar rastro.
QUE FOI QUE ACONTECEU? Durante um século e meio, a pergunta acerca do que tinha acontecido à Expedição de Franklin, - o pior desastre na história da exploração polar – permaneceu como um enigma.
Agora, baseado na pesquisa original dos registos do Almirantado britânico, o autor Scott Cookman recria novamente a história completa da infeliz expedição e revela uma nova e assustadora explicação para um dos mais duradouros mistérios nos anais da exploração.
A Passagem Noroeste investiga um dos mistérios mas duradouros nos anais da exploração.
Liderada pelo veterano explorador árctico Sir John Franklin, dois navios e 129 oficiais e homens escolhidos a dedo partiram no dia 12 de Julho de 1845, à procura de um atalho navegável que ligaria o Atlântico ao Pacífico.
Era a missão mais tecnologicamente avançada do século dezanove – o programa Apollo dos nossos dias.
Os navios eram revolucionários: chapeados a ferro, com a potência de uma locomotiva e aquecidos a vapor.
Estavam equipados com comida enlatada – uma inovação recente – as primeiras máquinas fotográficas do mundo, e vários outros equipamentos igualmente sofisticados.
No dia 26 de Julho, os navios de Franklin foram avistados por dois baleeiros em Baffin Bay.
Nunca mais voltaram a ser vistos.
Scott Cookman é um escritor de não-ficção cujos artigos têm sido publicados em revistas como Field & Stream, Army, e America’s Civil War.
Os seus vídeos Man and Mission, que fazem a crónica dos sete astronautas americanos da Mercury, são a maior atracção da Sala da Fama dos Astronautas Americanos, no Cabo Canaveral.
Vive em Atlanta, Geórgia.