«A ideia para este livro surgiu na minha mente durante os oitenta e um dias em que estive secretamente detido pelo governo chinês, em 2011.» disse Ai Weiwei. «Ao longo dessas semanas intermináveis, pensei muitas vezes no meu pai, poeta, que tinha sido exilado no decorrer da campanha anti-direitista de Mao Tsé-tung. Percebi que pouco sabia sobre o meu pai, mas que era grande a minha mágoa pela distância intransponível que acabou por nos separar. Não quis que o meu filho sentisse a mesma tristeza, por isso, decidi que, se fosse libertado, escreveria tudo o que sabia sobre o meu pai e contaria ao meu filho, com honestidade, quem eu era, o que é a vida e porque é tão preciosa e por que razão a autocracia tanto teme a arte.»
1ª EDIÇÃO
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