A sua alma não conhecia sossego. À medida que o representava, procurando destruí-lo, erradicá-lo da sua imaginação e memória, parecia abrir-se, então, uma nova clareira, convocando uma infinidade de visões que se confundiam com as representações. Finalmente, entorpecido pelo cansaço e pelo delírio, Gabriel escreveu numa folha de papel: de espelho em espelho.
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