As redes invadem o nosso mundo, a nossa vida, até a nossa linguagem. O objectivo desta obra é o de compreender e mostrar, através da sua génese filosófica e social, por que razão a rede, de necessidade subalterna, se tornou na norma dominante do Ocidente ultramoderno.Método do poder material e da segurança geral, a rede é fundamentalmente estratégica. Ela impõe os seus parâmetros de eficácia às lutas de informação, económicas e militares. Processo de dominação instrumental, a rede recobre a antiga Terra e os seus lugares, enquanto produz até ao infinito as suas conexões de poder, configurando, deste modo, novas condições práticas, sociais e culturais do agir estratégico. Tácticas e operações militares são, assim, profundamente modificadas, por exemplo. Os autores, nesta obra, dão continuidade à sua reflexão sobre a humanidade planetária que se projecta, abandonada ao jogo final da Matéria solta.
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