Pequenos contos para fazer rir e em sua maioria obscenos, os fabliaux medievais floresceram na França entre o final do século XII e o início do século XIV, circulando entre um público bastante variado: nobres, cavaleiros, castelãos, burgueses e habitantes em geral das cidades. Nesses contos, a matéria erótica e licenciosa é tratada de forma bastante lúdica e bem-humorada, numa celebração dos apetites do corpo através da transgressão da linguagem. O recorte social feito nessas narrativas coincide com o universo burguês. Partindo dos textos de alguns fabliaux, este artigo discute duas representações mais frequentes da mulher: a ingênua e a insaciável.
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